quinta-feira, 26 de abril de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Cinco anos de Reinações
Neste mês em que a Reinações-Porto Alegre completa cinco anos de atividades ininterruptas: 60 encontros para debate, alguns saraus, algumas mesas-redondas, alguns seminários e o segundo Concurso Literário Assombros Juvenis, recebemos a notícia de que no dia 23 de abril, dia do Livro, estaremos sendo homenageados com o troféu Amigos do Livro, concedido pela CRL. Mais motivo para alegrias!
Palavra de Confrade 18: Rosinaura Barros
Rosinaura Lisboa de Barros é formada em Letras e em Biblioteconomia e atua em biblioteca escolar há 23 anos. É uma apaixonada por livros e pela literatura.1. Em que aspectos, na sua opinião, a literatura infantojuvenil reina?
Para mim, a literatura infantojuvenil reina absoluta, soberana, razão de minhas leituras e pesquisas. Minha vida é cercada de livros e de histórias, minha experiência daria um livro e minha ação principal, que me dá muita satisfação, é mediar a leitura de livros maravilhosos que abundam por aí. Apresentar aos professores e
alunos a literatura infantojuvenil é como entrar num mundo de encantamento e ir pouco a pouco abrindo portinhas e descobrindo novos significados, novos textos, novas imagens, experimentando sensações.
2. Dos 59 encontros que a Confraria Reinações promoveu, qual foi o mais marcante para você? Por quê?
É difícil dizer qual foi o mais marcante. Gostei muito do encontro em que discutimos Ponte para
Teratíbia, porque o livro simplesmente me fascinou. Outro foi A invenção de Hugo Cabret, por ser uma obra linda, capaz de despertar várias emoções. A que apresentei “Coração de tinta”, para o qual sigo buscando mais leitores, despertando curiosidade e interesse por sua leitura. E a do Harry Potter, nem se fala, pois pude entender a ânsia de meu filho Matheus pela saga e a dos
alunos da minha escola querendo ler a coleção toda, não só os adolescentes, mas as crianças de 8/9 anos.
3. Como professora, o que você acredita que não pode faltar num texto que se destina à criança e/ou ao adolescente?
Não pode faltar um bom enredo, um entrosamento entre o texto e a ilustração. Muitas vezes um
supera o outro mais que complementa. Se for livro para crianças, a capa, pelo que percebo no dia a dia, é o que chama atenção primeiro, depois as belas ilustrações, o texto curto, legível e de letras grandes, com histórias divertidas de animais ou de crianças; ou as assustadoras, de bruxas, tudo com muita fantasia e encantamento. Para os adolescentes, é preciso muita ação e aventura ou histórias que mexam com os sentimentos, de namoro, de amizade ou de fatos cotidianos narrados em ambiente escolar ou familiar.
4. Você tem desenvolvido atividades como oficineira e como contadora de histórias. O que uma história precisa ter para que você a escolha para ser contada? Quais seus critérios ao escolher uma história para ser contada?
Em primeiro lugar, eu tenho que me “apaixonar”, me encantar com a história, pois assim eu acredito poder transmiti-la com entusiasmo e verdade. Posso escolher as histórias pelo autor, pelo ilustrador, pelo formato, pelo tema do livro, pelo encantamento, pela linguagem. Por gostar dela, posso transformá-la numa bela obra.
5. Como você avalia o atual momento da literatura infantojuvenil gaúcha: quais livros e autores que, na sua opinião, merecem destaque? Por quê?
Posso dizer que no momento há uma avalanche de lançamentos em literatura infantojuvenil mundial. A literatura gaúcha não fica longe, temos ótimos autores, que através de suas
obras conseguem se comunicar com a gurizada. A leitura para eles, hoje, não está só baseada na obrigatoriedade, muitos leem porque querem e gostam. Uns livros são mais comerciais que outros, mas capazes de despertar sentimentos e de promover outros encontros literários, obras ou autores. Gosto e recomendo Caio Riter (sem querer puxar o saco), porque consegue fazer eu ler numa sentada seus livros (por exemplo: Debaixo de mau tempo), como se estivéssemos
conversando; Luís Dill, pelos temas de suas obras e a forma como apresenta o texto (principalmente, Do coração de Telmah); Christian David pelo seu Mão dupla, que adorei a linguagem, a história emocionante, e também por sua literatura fantástica, que os jovens gostam muito.
6 . Que dica de leitura você daria aos confrades da Reinações? Por quê?
Coisa que sempre faço e que me dá um prazer tremendo é dar dicas de leitura aos colegas, aos
familiares, às crianças e adolescentes que povoam a biblioteca onde eu trabalho. Com a confrade Liza Petiz sempre troco experiências, dicas, novidades e livros. Dentre os livros que adquiri neste mês e que realmente me encantaram, indico Lua cheia, de Antoine Guilloppé – Salamandra.
7. Que palavra de Confrade você gostaria de conhecer mais?
Gostaria de conhecer mais a ilustradora Patrícia Langlois, que foi professora de Artes Plásticas do meu filho Pedro.
Para mim, a literatura infantojuvenil reina absoluta, soberana, razão de minhas leituras e pesquisas. Minha vida é cercada de livros e de histórias, minha experiência daria um livro e minha ação principal, que me dá muita satisfação, é mediar a leitura de livros maravilhosos que abundam por aí. Apresentar aos professores e
alunos a literatura infantojuvenil é como entrar num mundo de encantamento e ir pouco a pouco abrindo portinhas e descobrindo novos significados, novos textos, novas imagens, experimentando sensações.
2. Dos 59 encontros que a Confraria Reinações promoveu, qual foi o mais marcante para você? Por quê?
É difícil dizer qual foi o mais marcante. Gostei muito do encontro em que discutimos Ponte para
Teratíbia, porque o livro simplesmente me fascinou. Outro foi A invenção de Hugo Cabret, por ser uma obra linda, capaz de despertar várias emoções. A que apresentei “Coração de tinta”, para o qual sigo buscando mais leitores, despertando curiosidade e interesse por sua leitura. E a do Harry Potter, nem se fala, pois pude entender a ânsia de meu filho Matheus pela saga e a dos
alunos da minha escola querendo ler a coleção toda, não só os adolescentes, mas as crianças de 8/9 anos.
3. Como professora, o que você acredita que não pode faltar num texto que se destina à criança e/ou ao adolescente?
Não pode faltar um bom enredo, um entrosamento entre o texto e a ilustração. Muitas vezes um
supera o outro mais que complementa. Se for livro para crianças, a capa, pelo que percebo no dia a dia, é o que chama atenção primeiro, depois as belas ilustrações, o texto curto, legível e de letras grandes, com histórias divertidas de animais ou de crianças; ou as assustadoras, de bruxas, tudo com muita fantasia e encantamento. Para os adolescentes, é preciso muita ação e aventura ou histórias que mexam com os sentimentos, de namoro, de amizade ou de fatos cotidianos narrados em ambiente escolar ou familiar.
4. Você tem desenvolvido atividades como oficineira e como contadora de histórias. O que uma história precisa ter para que você a escolha para ser contada? Quais seus critérios ao escolher uma história para ser contada?
Em primeiro lugar, eu tenho que me “apaixonar”, me encantar com a história, pois assim eu acredito poder transmiti-la com entusiasmo e verdade. Posso escolher as histórias pelo autor, pelo ilustrador, pelo formato, pelo tema do livro, pelo encantamento, pela linguagem. Por gostar dela, posso transformá-la numa bela obra.
5. Como você avalia o atual momento da literatura infantojuvenil gaúcha: quais livros e autores que, na sua opinião, merecem destaque? Por quê?
Posso dizer que no momento há uma avalanche de lançamentos em literatura infantojuvenil mundial. A literatura gaúcha não fica longe, temos ótimos autores, que através de suas
obras conseguem se comunicar com a gurizada. A leitura para eles, hoje, não está só baseada na obrigatoriedade, muitos leem porque querem e gostam. Uns livros são mais comerciais que outros, mas capazes de despertar sentimentos e de promover outros encontros literários, obras ou autores. Gosto e recomendo Caio Riter (sem querer puxar o saco), porque consegue fazer eu ler numa sentada seus livros (por exemplo: Debaixo de mau tempo), como se estivéssemos
conversando; Luís Dill, pelos temas de suas obras e a forma como apresenta o texto (principalmente, Do coração de Telmah); Christian David pelo seu Mão dupla, que adorei a linguagem, a história emocionante, e também por sua literatura fantástica, que os jovens gostam muito.
6 . Que dica de leitura você daria aos confrades da Reinações? Por quê?
Coisa que sempre faço e que me dá um prazer tremendo é dar dicas de leitura aos colegas, aos
familiares, às crianças e adolescentes que povoam a biblioteca onde eu trabalho. Com a confrade Liza Petiz sempre troco experiências, dicas, novidades e livros. Dentre os livros que adquiri neste mês e que realmente me encantaram, indico Lua cheia, de Antoine Guilloppé – Salamandra.
7. Que palavra de Confrade você gostaria de conhecer mais?
Gostaria de conhecer mais a ilustradora Patrícia Langlois, que foi professora de Artes Plásticas do meu filho Pedro.
sexta-feira, 23 de março de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
Encontro 59
Há alguns anos, um grupo de sonhadores achou que seria possível reunir gente a fim de debater literatura para crianças e jovens. Aí, surgiu a CONFRARIA REINAÇÕES. Isso em 2007. Agora nos aproximamos do encontro 60: aquele que marcará cinco anos de existência da REINAÇÕES, sem nunca falharmos um mês, quer fizesse sol, chuva, frio ou calor. Pois dia 20, debateremos "A menina que não sabia ler", nosso encontro de número 59. Abaixo, o belo convite bolado pela confrade londrina Carla Laidens.
terça-feira, 13 de março de 2012
Aldabra: ato de amor à criação literária
ALDABRA: A tartaruga que amava Shakespeare
por João Carlos Rodrigues
Os deuses do mar estiveram a preparar o ambiente. Movimentos singulares,
mergulhados em longos tempos, criaram espaços pelo planeta. Depois, muito
depois, uma civilização gerou o gênio em Shakespeare. E depois, o talento da escritora
italiana Silvana Gandolfi quis, por sua vez, homenageá-lo.
Aldabra, Itália e Inglaterra formam um triângulo de amorosidade,
na obra. Na ilha vulcânica do oceano Indico, Aldabra abriga uma tartaruga macho
que recita Shakespeare; Veneza abrigou uma inglesa - casada com italiano - e
que amava a produção literária do poeta conterrâneo.
A inglesa ficou viúva e com uma filha - a quem odiava - e uma
menina neta cúmplice de seu desconforto e de sua alma poética.
A inglesa viúva lutou por envelhecimento sem morte, a filha a
internou por insanidade, a neta fez o que pôde e o que não sabia para
protegê-la, nesse triângulo doméstico. Uma cumplicidade, um processo de passagem, uma maré alta, e transporte em navio levaram a amante de Shakespeare à Aldabra, na vida de
tartaruga e com outro sexo, num pleito à liberdade e num espetáculo de talento e de louvor à criação literária.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Programação Odisseia de Literatura Fantástica
SEXTA-FEIRA, 27 DE ABRIL
19h00 – Simões Lopes Neto e o fantástico em Lendas do Sul
Cesar Augusto Barcellos Guazzelli
SÁBADO, 28 DE ABRIL
10h30min – Abertura
Duda Falcão, Cesar Alcázar e Christopher Kastensmidt
11h00 – Fantastchê! Escritores gaúchos de fantasia
Christian David, Nikelen Witter, Leonel Caldela e Caio Riter
13h00 – A literatura fantástica além dos livros
Max Mallmann, Gerson Lodi-Ribeiro, Estevão Ribeiro e Pedro Zimmermann
14h00 – Painel: O mercado editorial da literatura fantástica no Brasil
Douglas Quinta Reis, Erick Sama, Guilherme Del Svaldi, Cesar Alcázar e Samir Machado
15h00 – Painel: Crítica Literária e o Fantástico:
Carlos André, Taize Odelli, Antônio Xerxenesky, Luiz Ehlers
16h00 – Painel: Brasil Fantástico
Roberto de Sousa Causo, Simone Saueressig, Ana Lúcia Merege e Clinton Davisson
19h00 – Simões Lopes Neto e o fantástico em Lendas do Sul
Cesar Augusto Barcellos Guazzelli
SÁBADO, 28 DE ABRIL
10h30min – Abertura
Duda Falcão, Cesar Alcázar e Christopher Kastensmidt
11h00 – Fantastchê! Escritores gaúchos de fantasia
Christian David, Nikelen Witter, Leonel Caldela e Caio Riter
13h00 – A literatura fantástica além dos livros
Max Mallmann, Gerson Lodi-Ribeiro, Estevão Ribeiro e Pedro Zimmermann
14h00 – Painel: O mercado editorial da literatura fantástica no Brasil
Douglas Quinta Reis, Erick Sama, Guilherme Del Svaldi, Cesar Alcázar e Samir Machado
15h00 – Painel: Crítica Literária e o Fantástico:
Carlos André, Taize Odelli, Antônio Xerxenesky, Luiz Ehlers
16h00 – Painel: Brasil Fantástico
Roberto de Sousa Causo, Simone Saueressig, Ana Lúcia Merege e Clinton Davisson
sexta-feira, 2 de março de 2012
De volta à Palavraria
Nosso encontro de número 58, que orbitou em torno do livro Aldabra, a tartaruga que amava Shakespeare, da italiana Silvana Gandolfi, levou-nos de volta à nossa casa de origem: a Palavraria. Quando, há mais de quatro anos, lá em 2007, um grupo de entusiastas (alguns seguem sendo) resolveu criar uma confraria para debater a literatura para crianças e adolescentes, o pessoal da Palavraria foi nosso primeiro parceiro. Agora, voltamos à casa inicial. E oxalá possamos comemorar muitos aniversários sob o acolhimento da Palavraria.
domingo, 19 de fevereiro de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Um canto de amor aos livros
No Facebook, encontrei a sugestão da escritora Anna Cláudia Ramos: um curtametragem que é um canto de amor ao mágico poder que os livros contêm.
Acesse:
http://http://www.youtube.com/watch?v=eHxebCIXavw&feature=player_embedded
Acesse:
http://http://www.youtube.com/watch?v=eHxebCIXavw&feature=player_embedded
sábado, 11 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
sábado, 10 de dezembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
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