Pessoal,
na última quinta iniciou-se a 4ª FESTPOALITERÁRIA: Festa Literária de Porto Alegre, cujas atividades se estendem até 08/05
Alguns confrades estão presentes em alguns eventos. Agendem-se:
DIA 03/05
ÀS 18H30MIN - NA LETRAS E CIA - MESA: ADAPTAÇÕES DE OBRAS CLÁSSICAS E A FORMAÇÃO DE NOVOS LEITORES, com a presença de CAIO RITER
ÀS 21H - NA MATITA PERÊ BAR - MESA: CRÔNICA, OFICINAS DE CRÔNICA E SARAU SANTA SEDE, com a presença de SERGIO NAPP
DIA 04/05
19H - NA CCMQ - MESA - LITERATURA NAS HQS, com a presença de CLAUDIO LEVITAN
DIA 07/05
15H - NA BAMBOLETRAS - FESTINHA CIDADE POEMA, com a presença de MARÔ BARBIERI
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sexta-feira, 29 de abril de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
terça-feira, 12 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Dupla de peso: Marô e Helô
Abaixo, convite para o lançamento do livro em parceria de duas confrades nossas: a Helô Bacichette (Reinações-Caxias) e a Marô Barbieri (Reinações-PoA). E a edição é bilíngue! Haverá lançamento no Uruguai e no Brasil. Sucesso, meninas! A Reinações saúda vocês!
sábado, 25 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
domingo, 11 de julho de 2010
Levitan e os Tripulantes
sábado, 19 de junho de 2010
Dilan: um confrade na Zero Hora
19 de junho de 2010 N° 1637
LITERATURA
O livro das descobertas
LITERATURA
O livro das descobertas
Um dos mais reconhecidos autores de livros infanto-juvenis do Rio Grande do Sul, Dilan Camargo lança hoje o volume Poeplano. A obra reúne 40 poemas voltados para as crianças, com temas que falam das dúvidas, das escolhas e de todo o universo dos pequenos.
Editado pela Projeto, Poeplano será festejado durante o dia na sede da escola de mesmo nome, localizada na Avenida José Bonifácio, 581, em Porto Alegre. A partir das 8h30min, haverá uma programação especial destinada a professores, pais e adolescentes, que visa a discutir o conteúdo do livro e a escrita para crianças de maneira geral (as inscrições foram realizadas com antecedência).
Em Poeplano, Dilan discute o início da fase de tomada de decisões, assim como novas situações que se apresentam para os pequenos. Como em O Sim e o Não, sobre a ideia de que a vida é feita de escolhas: “A descoberta do primeiro sim/ inaugura a vida e suas muitas fases.// A coragem do primeiro não/ afugenta a morte e os seus disfarces.// O sim e o não/ que se diz a cada instante/ num abrir e fechar de olhos/ são o diário de nossa biografia.// Entre sins e nãos/ folha a folha/ uma vida de escolhas.”
A internet, onipresente na vida das novas gerações, também aparece nos poemas. Sempre de um jeito delicado, que passa longe da frieza sugerida pelas relações nascidas com a rede, como em MSN: “Ternura diz:/ não consigo viver sem sentir.// Lucidez diz:/ não consigo viver sem pensar.// Ternura diz:/ sente, menina, sente./ Segue o teu coração.// Lucidez diz:/ pensa, menina, pensa./ Segue a tua razão.// Ternura diz:/ sem sentir, não vale a pena viver.// Lucidez diz:/ sem pensar, pode ser mais caro viver. (...)”
Poeplano terá nova sessão de autógrafos nesta terça-feira, dia 22, às 19h30min, na Livraria Cultura do Bourbon Shopping Country. O livro tem projeto gráfico e ilustrações de Ana Claudia Gruszynski.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Laura Castilhos com livro novo
Queridos amigos da Confraria Reinações
Gostaria muito que fossem ao lançamento de meu livro!
Nesta quinta, dia 10, às 19h30, estarei lançando na Fundação Iberê Camargo, o livro Tríptico para Iberê, editado pela COSACNAIFY, de minha autoria junto aos autores Daniela Vicentini e Paulo Ribeiro.
IMPORTANTE: Os incritos no evento receberão um exemplar do livro.
Inscrições pelo e-mal: cultural@iberecamargo.org.br
Segue abaixo programação completa.
Aguardo vocês,
Laura
Gostaria muito que fossem ao lançamento de meu livro!
Nesta quinta, dia 10, às 19h30, estarei lançando na Fundação Iberê Camargo, o livro Tríptico para Iberê, editado pela COSACNAIFY, de minha autoria junto aos autores Daniela Vicentini e Paulo Ribeiro.
IMPORTANTE: Os incritos no evento receberão um exemplar do livro.
Inscrições pelo e-mal: cultural@iberecamargo.org.br
Segue abaixo programação completa.
Aguardo vocês,
Laura
terça-feira, 11 de maio de 2010
Menino do Livro
Nossa confrade Jacira Fagundes, nos envia uma notícia muito legal:
A 11ª Coordenadoria de Educação do RS e a Câmara de Vereadores da cidade de Osório, selecionou projetos que premiaram alunos da rede estadual em 2009/2010 e o menino Lucas Alves Cardoso, de Sto Antonio da Patrulha, recebeu homenagem em sessão solene da Câmara por seu desempenho no projeto I Concurso Menino do Livro, criado por Jacira, em que os concorrentes deveriam criar ilustrações para seu livro inédito.
Maiores informações podem ser encontradas em:
www.jacirafagundes.com
http://historiasquepintam.blogspot.com
A 11ª Coordenadoria de Educação do RS e a Câmara de Vereadores da cidade de Osório, selecionou projetos que premiaram alunos da rede estadual em 2009/2010 e o menino Lucas Alves Cardoso, de Sto Antonio da Patrulha, recebeu homenagem em sessão solene da Câmara por seu desempenho no projeto I Concurso Menino do Livro, criado por Jacira, em que os concorrentes deveriam criar ilustrações para seu livro inédito.
Maiores informações podem ser encontradas em:
www.jacirafagundes.com
http://historiasquepintam.blogspot.com
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Caxias reinando
Por aqui, para comemorar a semana do livro, vamos realizar o seminário Por que ler os clássicos? e o 3º Sarau litero-musical. De Caxias, Helô Bacichette nos manda notícias bem legais.Vejam abaixo:
A Confraria Reinações Caxias foi convidada para realizar um encontro especial em comemoração ao dia mundial do livro. Esse convite foi feito pela Maristela Deves, do blog Palavra escrita do Jornal Pioneiro. Maristela participou de alguns encontros e é super parceira na divulgação da Confraria Reinações.
Segue nosso convite para todos vocês, nossos queridos confrades de POA.
Beijos,
Helô
A Confraria Reinações Caxias foi convidada para realizar um encontro especial em comemoração ao dia mundial do livro. Esse convite foi feito pela Maristela Deves, do blog Palavra escrita do Jornal Pioneiro. Maristela participou de alguns encontros e é super parceira na divulgação da Confraria Reinações.
Segue nosso convite para todos vocês, nossos queridos confrades de POA.
Beijos,
Helô
quinta-feira, 1 de abril de 2010
terça-feira, 28 de julho de 2009
Laura Castilhos em oficina no Divulga Leitura 2
A confrade Laura Castilhos, que já ilustrou vários livros, estará no dia 05/08 ministrando oficina de ilustração. Bom momento para descobrir alguns segredos do ilustrar para crianças, além de poder trocar ideias com alguns escritores e ilustradores da Artes e Ofícios. Alguns deles, nossos confrades.
Dia 05/08 às 18h
Local: Casarão Verde, av. Frederico Mentz, 1582
terça-feira, 9 de junho de 2009
quinta-feira, 28 de maio de 2009
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Leitura nas ruas:mais que um trocado
Caros confrades,
abaixo, texto que imagino que vá interessar muitíssimo à Confraria (se é que já não sabem dessa "pesquisa").
Para quem não circula no trânsito da capital paulista, faz-se necessário explicar um detalhe: "a mercadoria pendurada no retrovisor". Os vendedores de sinaleira lá têm os produtos que estão vendendo acondicionados em umas "tripas" plásticas. Eles acomodam uma em cada retrovisor do lado do motorista, bem rápido, e depois refazem o mesmo itinerário - ou recolhendo o dinheiro de quem comprou ou recolhendo a mercadoria naquela tripa plástica. É jogo rápido, enquanto a sinaleira (o farol) está acesa (bem mais tempo que as nossas de POA) - é como largar um xale no encosto de uma cadeira.
Abraço a todos,
Beatriz
Vale mais que um trocado
Ambulantes, pedintes e moradores de rua não esperam só por dinheiro dos motoristas parados no sinal vermelho. Sem pagar pra ver, eu vi
Rodrigo Ratier (rodrigo.ratier@abril.com.br)
"Dinheiro eu não tenho, mas estou aqui com uma caixa cheia de livros. Quer um?" Repeti essa oferta a pedintes, artistas circenses e vendedores ambulantes, pessoas de todas as idades que fazem dos congestionamentos da cidade de São Paulo o cenário de seu ganha-pão. A ideia surgiu de uma combinação com os colegas de NOVA ESCOLA: em vez de dinheiro, eu ofereceria um livro a quem me abordasse - e conferiria as reações.
Para começar, acomodei 45 obras variadas - do clássico Auto da Barca do Inferno, escrito por Gil Vicente, ao infantil divertidíssimo Divina Albertina, da contemporânea Christine Davenier - em uma caixa de papelão no banco do carona de meu Palio preto. Tudo pronto, hora de rodar. Em 13 oferecimentos, nenhuma recusa. E houve gente que pediu mais.
Nas ruas, tem de tudo. Diferentemente do que se pode pensar, a maioria dessas pessoas tem, sim, alguma formação escolar. Uma pesquisa do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, realizada só com moradores de rua e divulgada em 2008, revelou que apenas 15% nunca estudaram. Como 74% afirmam ter sido alfabetizados, não é exagero dizer que as vias públicas são um terreno fértil para a leitura. Notei até certa familiaridade com o tema. No primeiro dia, num cruzamento do Itaim, um bairro nobre, encontrei Vitor*, 20 anos, vendedor de balas. Assim que comecei a falar, ele projetou a cabeça para dentro do veículo e examinou o acervo:
- Tem aí algum do Sidney Sheldon? Era o que eu mais curtia quando estava na cadeia. Foi lá que aprendi a ler.
Na ausência do célebre novelista americano, o critério de seleção se tornou mais simples. Vitor pegou o exemplar mais grosso da caixa e aproveitou para escolher outro - "Esse do castelo, que deve ser de mistério" - para presentear a mulher que o esperava na calçada.
Aos poucos, fui percebendo que o público mais crítico era formado por jovens, como Micaela*, 15 anos. Ela é parte do contingente de 2 mil ambulantes que batem ponto nos semáforos da cidade, de acordo com números da prefeitura de São Paulo. Num domingo, enfrentava com paçocas a 1 real uma concorrência que apinhava todos os cruzamentos da avenida Tiradentes, no centro. Fiz a pergunta de sempre. E ela respondeu:
- Hum, depende do livro. Tem algum de literatura?, provocou, antes de se decidir por Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis.
As crianças faziam festa (um dado vergonhoso: segundo a Prefeitura, ainda existem 1,8 mil delas nas ruas de São Paulo). Por estarem sempre acompanhadas, minha coleção diminuía a cada um desses encontros do acaso. Érico*, 9 anos, chegou com ar desconfiado pelo lado do passageiro:
- Sabe ler?, perguntei.
- Não..., disse ele, enquanto olhava a caixa. Mas, já prevendo o que poderia ganhar, reformulou a resposta:
- Sim. Sei, sim.
- Em que ano você está?
- Na 4ª B. Tio, você pode dar um para mim e outros para meus amigos?, indagou, apontando para um menino e uma menina, que já se aproximavam.
Mas o problema, como canta Paulinho da Viola, é que o sinal ia abrir. O motorista do carro da frente, indiferente à corrida desenfreada do trio, arrancou pela avenida Brasil, levando embora a mercadoria pendurada no retrovisor.
Se no momento das entregas que eu realizava se misturavam humor, drama, aventura e certo suspense, observar a reação das pessoas depois de presenteadas era como reler um livro que fica mais saboroso a cada leitura. Esquina após esquina, o enredo se repetia: enquanto eu esperava o sinal abrir, adultos e crianças, sentados no meio-fio, folheavam páginas. Pareciam se esquecer dos produtos, dos malabares, do dinheiro...
- Ganhar um livro é sempre bem-vindo. A literatura é maravilhosa, explicou, com sensibilidade, um vendedor de raquetes que dão choques em insetos.
Quase chegando ao fim da jornada literária, conheci Maria*. Carregava a pequena Vitória*, 1 ano recém-completado, e cobiçava alguns trocados num canteiro da Zona Norte da cidade. Ganhou um livro infantil e agradeceu. Avancei dois quarteirões e fiz o retorno. Então, a vi novamente. Ela lia para a menininha no colo. Espremi os olhos para tentar ver seu semblante pelo retrovisor. Acho que sorria.
* os nomes foram trocados para preservar os personagens.
Fonte: http://revistaescola.abril.uol.com.br/gestao-escolar/diretor/vale-mais-trocado-432764.shtml
abaixo, texto que imagino que vá interessar muitíssimo à Confraria (se é que já não sabem dessa "pesquisa").
Para quem não circula no trânsito da capital paulista, faz-se necessário explicar um detalhe: "a mercadoria pendurada no retrovisor". Os vendedores de sinaleira lá têm os produtos que estão vendendo acondicionados em umas "tripas" plásticas. Eles acomodam uma em cada retrovisor do lado do motorista, bem rápido, e depois refazem o mesmo itinerário - ou recolhendo o dinheiro de quem comprou ou recolhendo a mercadoria naquela tripa plástica. É jogo rápido, enquanto a sinaleira (o farol) está acesa (bem mais tempo que as nossas de POA) - é como largar um xale no encosto de uma cadeira.
Abraço a todos,
Beatriz
Vale mais que um trocado
Ambulantes, pedintes e moradores de rua não esperam só por dinheiro dos motoristas parados no sinal vermelho. Sem pagar pra ver, eu vi
Rodrigo Ratier (rodrigo.ratier@abril.com.br)
"Dinheiro eu não tenho, mas estou aqui com uma caixa cheia de livros. Quer um?" Repeti essa oferta a pedintes, artistas circenses e vendedores ambulantes, pessoas de todas as idades que fazem dos congestionamentos da cidade de São Paulo o cenário de seu ganha-pão. A ideia surgiu de uma combinação com os colegas de NOVA ESCOLA: em vez de dinheiro, eu ofereceria um livro a quem me abordasse - e conferiria as reações.
Para começar, acomodei 45 obras variadas - do clássico Auto da Barca do Inferno, escrito por Gil Vicente, ao infantil divertidíssimo Divina Albertina, da contemporânea Christine Davenier - em uma caixa de papelão no banco do carona de meu Palio preto. Tudo pronto, hora de rodar. Em 13 oferecimentos, nenhuma recusa. E houve gente que pediu mais.
Nas ruas, tem de tudo. Diferentemente do que se pode pensar, a maioria dessas pessoas tem, sim, alguma formação escolar. Uma pesquisa do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, realizada só com moradores de rua e divulgada em 2008, revelou que apenas 15% nunca estudaram. Como 74% afirmam ter sido alfabetizados, não é exagero dizer que as vias públicas são um terreno fértil para a leitura. Notei até certa familiaridade com o tema. No primeiro dia, num cruzamento do Itaim, um bairro nobre, encontrei Vitor*, 20 anos, vendedor de balas. Assim que comecei a falar, ele projetou a cabeça para dentro do veículo e examinou o acervo:
- Tem aí algum do Sidney Sheldon? Era o que eu mais curtia quando estava na cadeia. Foi lá que aprendi a ler.
Na ausência do célebre novelista americano, o critério de seleção se tornou mais simples. Vitor pegou o exemplar mais grosso da caixa e aproveitou para escolher outro - "Esse do castelo, que deve ser de mistério" - para presentear a mulher que o esperava na calçada.
Aos poucos, fui percebendo que o público mais crítico era formado por jovens, como Micaela*, 15 anos. Ela é parte do contingente de 2 mil ambulantes que batem ponto nos semáforos da cidade, de acordo com números da prefeitura de São Paulo. Num domingo, enfrentava com paçocas a 1 real uma concorrência que apinhava todos os cruzamentos da avenida Tiradentes, no centro. Fiz a pergunta de sempre. E ela respondeu:
- Hum, depende do livro. Tem algum de literatura?, provocou, antes de se decidir por Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis.
As crianças faziam festa (um dado vergonhoso: segundo a Prefeitura, ainda existem 1,8 mil delas nas ruas de São Paulo). Por estarem sempre acompanhadas, minha coleção diminuía a cada um desses encontros do acaso. Érico*, 9 anos, chegou com ar desconfiado pelo lado do passageiro:
- Sabe ler?, perguntei.
- Não..., disse ele, enquanto olhava a caixa. Mas, já prevendo o que poderia ganhar, reformulou a resposta:
- Sim. Sei, sim.
- Em que ano você está?
- Na 4ª B. Tio, você pode dar um para mim e outros para meus amigos?, indagou, apontando para um menino e uma menina, que já se aproximavam.
Mas o problema, como canta Paulinho da Viola, é que o sinal ia abrir. O motorista do carro da frente, indiferente à corrida desenfreada do trio, arrancou pela avenida Brasil, levando embora a mercadoria pendurada no retrovisor.
Se no momento das entregas que eu realizava se misturavam humor, drama, aventura e certo suspense, observar a reação das pessoas depois de presenteadas era como reler um livro que fica mais saboroso a cada leitura. Esquina após esquina, o enredo se repetia: enquanto eu esperava o sinal abrir, adultos e crianças, sentados no meio-fio, folheavam páginas. Pareciam se esquecer dos produtos, dos malabares, do dinheiro...
- Ganhar um livro é sempre bem-vindo. A literatura é maravilhosa, explicou, com sensibilidade, um vendedor de raquetes que dão choques em insetos.
Quase chegando ao fim da jornada literária, conheci Maria*. Carregava a pequena Vitória*, 1 ano recém-completado, e cobiçava alguns trocados num canteiro da Zona Norte da cidade. Ganhou um livro infantil e agradeceu. Avancei dois quarteirões e fiz o retorno. Então, a vi novamente. Ela lia para a menininha no colo. Espremi os olhos para tentar ver seu semblante pelo retrovisor. Acho que sorria.
* os nomes foram trocados para preservar os personagens.
Fonte: http://revistaescola.abril.uol.com.br/gestao-escolar/diretor/vale-mais-trocado-432764.shtml
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